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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Nossa nave a Terra


O universo conhecido já pode ser visualizado através das fantásticas fotografias obtidas pelo telescópio espacial Hubble, que possibilitou avanço científicos no conhecimento das estrelas, galáxias, nebulosas, planetas, do Cosmos, enfim...

Claro que, em desdobramento da alma, através da visão espiritual, sempre foi possível observar essas maravilhas da criação, mas poucos de nós estivemos aptos a essa incursões que maravilham e extasiam a alma, por nos demorarmos fortemente apegados à materialidade...

Na linguagem poética do "poeta dos céus", o filósofo, cientista e astrônomo francês, contemporâneo de Allan Kardec,  Camille Flamarion, cada estrela, cada planeta, cada corpo no Cosmos, em sua vibração característica, imprime uma nota na sinfonia celeste... Assim, além da visão do mar de luz, os sentidos da alma nos permitem também ouvir a orquestração sinfônica dos céus...

A nossa atual morada, a Terra, vista do espaço, se nos apresenta de beleza invulgar, em especial por constituir algo novo para nós essa possibilidade...

Mas, incontestavelmente essa nossa transitória casa planetária tem seus encantos, muitos dos quais nos esquecemos de perceber, tão envolvidos que estamos nas comezinhas questões do dia-a-dia...

Temos na Terra tudo o de que necessitamos para a atual experiência evolutiva que a reencarnação nos enseja, inclusive as belezas com que a natureza planetária se nos apresenta, em especial para aqueles que tem olhos de ver...

Claro que as necessidades evolutivas nossas, reguladas pelas leis naturais, que a cada um reserva opções segundo o que já logrou construir, envolvem dificuldades, desafios, problemas, experiências difíceis, mesmo dores acerbas, a nos desafiar ao aprendizado maior da vida, que a mãe-terra também nos proporciona, tanto em sua dimensão material quanto psíquica...

Entretanto, reconhecendo tudo isso fazer parte da pedagogia divina que a vida nos oferece, podemos, ou seria devemos, despertar para a percepção do belo, do harmonioso que a mãe-terra nos oferta sempre...

Mais ainda, se despertamos, sob as luzes dos ensinamentos dos espíritos -que se constituem para nós o Consolador prometido por Jesus- para a dimensão espiritual da vida, realidade última do Reino de todos nós, iremos compreender que tudo passa...

As dificuldades e dores são transitórias na dimensão e no tempo do nosso aproveitamento das lições da vida, em especial da lei de amor...

Portanto, se a dor está sendo sua companheira, caro irmão em jornada, lembre-se que ela vai passar... Ficará apenas o aprendizado que possibilitará voos mais altaneiros em oportunidades que se renovam!!!

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