Ah! A indiferença!... Ela se apresenta em variadas nuances, assumindo características bem diferenciadas a partir de causas específicas... Todas, entretanto, sempre com consequências funestas a nível individual e coletivo...
Há a indiferença da falta de humanismo, da ausência da solidariedade, do egoísmo fortemente cultivado... Nesses casos ela se instala de dentro para fora, somos nós os indiferentes, por não nos dispormos a ver nada além do ego escravizador...
Para superá-la necessário se torna nos abrirmos ao mundo... Percebermos que a vida vai além dos nossos interesses imediatos... Sairmos do ego para a pluralidade da vida, percebendo-a, entendendo-a e vivendo-a na estrada da plenitude!...
Mas existe também aquela desenvolvida a partir da acomodação e banalização das coisas... É o que tem acontecido na sociedade contemporânea em que, de tanto vermos a aparente vitória da iniquidade, da desonestidade, da esperteza, chegamos a sentir vergonha de ser honesto, por exemplo...
Aqui, também, ela assume variados matizes... Vamos, sorrateiramente, deixando de nos indignarmos com coisas que, de tanto acontecerem no cotidiano, banalizamos e já não conseguimos mais ver... Assim acontece com a violência, com a fome e a miséria, a mendicância -que chega a se profissionalizar-, com a exploração de todos os matizes, com a corrupção institucionalizada, com a falência de valores e a ausência de comportamentos éticos...
E isso envolve tanto as coisas mais simples como cumprir horários, a gentileza no trato, a linguagem elevada... Também aqueles aspectos que dizem respeito à própria construção da paz interior e coletiva, como a responsabilidade ante tarefas assumidas, a visão do social, do coletivo, a ação transformadora em nós e à nossa volta...
Esse o grande risco dos tempos atuais, nos deixarmos envolver pela banalização e dissolução dos costumes, aceitando sub-repticiamente a incorporação de hábitos que nos corrompem enquanto seres humanos, dificultando e retardando nossa caminhada rumo à angelitude!...
Quem tem olhos de ver, veja!... Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!... Quem não deseja enredar-se no mal, vigie e ore!!!
Há a indiferença da falta de humanismo, da ausência da solidariedade, do egoísmo fortemente cultivado... Nesses casos ela se instala de dentro para fora, somos nós os indiferentes, por não nos dispormos a ver nada além do ego escravizador...
Para superá-la necessário se torna nos abrirmos ao mundo... Percebermos que a vida vai além dos nossos interesses imediatos... Sairmos do ego para a pluralidade da vida, percebendo-a, entendendo-a e vivendo-a na estrada da plenitude!...
Mas existe também aquela desenvolvida a partir da acomodação e banalização das coisas... É o que tem acontecido na sociedade contemporânea em que, de tanto vermos a aparente vitória da iniquidade, da desonestidade, da esperteza, chegamos a sentir vergonha de ser honesto, por exemplo...
Aqui, também, ela assume variados matizes... Vamos, sorrateiramente, deixando de nos indignarmos com coisas que, de tanto acontecerem no cotidiano, banalizamos e já não conseguimos mais ver... Assim acontece com a violência, com a fome e a miséria, a mendicância -que chega a se profissionalizar-, com a exploração de todos os matizes, com a corrupção institucionalizada, com a falência de valores e a ausência de comportamentos éticos...
E isso envolve tanto as coisas mais simples como cumprir horários, a gentileza no trato, a linguagem elevada... Também aqueles aspectos que dizem respeito à própria construção da paz interior e coletiva, como a responsabilidade ante tarefas assumidas, a visão do social, do coletivo, a ação transformadora em nós e à nossa volta...
Esse o grande risco dos tempos atuais, nos deixarmos envolver pela banalização e dissolução dos costumes, aceitando sub-repticiamente a incorporação de hábitos que nos corrompem enquanto seres humanos, dificultando e retardando nossa caminhada rumo à angelitude!...
Quem tem olhos de ver, veja!... Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!... Quem não deseja enredar-se no mal, vigie e ore!!!
Caminhamos muito lentamente na seara evolutiva. Se exercitássemos ao menos um tanto mais a prática harmoniosa entre tantos conflitos que nós mesmos criamos e recriamos, veríamos e ouviríamos melhor. Muita luz à todos!
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