Quando dizemos ou ouvimos a palavra 'amor', a ideia que normalmente nos chega associa-se ao romantismo, ao namoro, a uma das variadas dimensões do amor que a humanidade no seu cotidiano percebe e vivencia...
Ao dizermos 'te amo', na maioria das vezes nos referimos à dimensão sensual do amor, embora percebamos também a dimensão fraterna, materna paterna, a primeira é mais fortemente disseminada, razão pela qual não ouvimos amiúde essa expressão nos homens; as mulheres falam-na mais...
Mas o amor vai bem além da sensualidade, da maternidade, da paternidade, ou mesmo da fraternidade... Sendo origem e fonte da vida, ele está a inspirar, a impulsionar, direcionar todas as ações e pensamentos humanos na construção do bem...
As mais elevadas características humanas tem nele origem e força!... Tudo que realizamos de construtivo nessa nossa caminhada do primitivismo à angelitude, enraíza-se, sedimenta-se, origina-se e se fortalece na parcela de amor que já tenhamos conseguido aprender nas experiências da vida...
Assim, tudo de bem e proveitoso, consentâneo com os sublimes ditames da vida maior, nasce do amor!...
Possamos estar sempre atentos aos seus chamados, aos seus impulsos, pois assim, trilharemos os caminhos que nos levam à construção da consciência tranquila, da paz interior, da fraternidade cristã, da felicidade sem jaça...
Vivenciamos dias ritualísticos!... O Natal, que embora hoje esteja tão mundanizado, mercantilizado, dominado pelo hedonismo e agorismo que estruturam a sociedade e nossas vidas, a despeito de tudo isso, ainda persiste uma energia diferente, renovadora, fraternizadora... embora as ‘Festas de fim de Ano’ tenham passado, as energias que marcam sua ritualística ainda pairam no ar...
Ouçamos, pois, seus convites!... São convites do amor a que nos dediquemos à realização de atos de amor, totalmente despretensiosos, descompromissados com os falsos valores malsãos da atualidade... Há um canto novo no ar, uma energia renovadora, um convite ao bem!...
Não relutemos, entreguemo-nos ao amor que nos convida ao despertar!!!
Ao dizermos 'te amo', na maioria das vezes nos referimos à dimensão sensual do amor, embora percebamos também a dimensão fraterna, materna paterna, a primeira é mais fortemente disseminada, razão pela qual não ouvimos amiúde essa expressão nos homens; as mulheres falam-na mais...
Mas o amor vai bem além da sensualidade, da maternidade, da paternidade, ou mesmo da fraternidade... Sendo origem e fonte da vida, ele está a inspirar, a impulsionar, direcionar todas as ações e pensamentos humanos na construção do bem...
As mais elevadas características humanas tem nele origem e força!... Tudo que realizamos de construtivo nessa nossa caminhada do primitivismo à angelitude, enraíza-se, sedimenta-se, origina-se e se fortalece na parcela de amor que já tenhamos conseguido aprender nas experiências da vida...
Assim, tudo de bem e proveitoso, consentâneo com os sublimes ditames da vida maior, nasce do amor!...
Possamos estar sempre atentos aos seus chamados, aos seus impulsos, pois assim, trilharemos os caminhos que nos levam à construção da consciência tranquila, da paz interior, da fraternidade cristã, da felicidade sem jaça...
Vivenciamos dias ritualísticos!... O Natal, que embora hoje esteja tão mundanizado, mercantilizado, dominado pelo hedonismo e agorismo que estruturam a sociedade e nossas vidas, a despeito de tudo isso, ainda persiste uma energia diferente, renovadora, fraternizadora... embora as ‘Festas de fim de Ano’ tenham passado, as energias que marcam sua ritualística ainda pairam no ar...
Ouçamos, pois, seus convites!... São convites do amor a que nos dediquemos à realização de atos de amor, totalmente despretensiosos, descompromissados com os falsos valores malsãos da atualidade... Há um canto novo no ar, uma energia renovadora, um convite ao bem!...
Não relutemos, entreguemo-nos ao amor que nos convida ao despertar!!!
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