O nosso olhar em relação ao erro se apresenta distorcido, fora de foco, numa acentuada miopia emocional!...
Ele faz parte da proposta pedagógica da vida, através da qual errar se coloca como direito de todos, associado ao dever de aprender com nossos enganos nas trilhas da vida...
O que a vida nos pede é que reflitamos sempre ante os embates e as encruzilhadas que nos apresenta e, à luz dos ensinamentos que a Boa Nova nos traz, procuremos luarizar nossas experiências na caminhada evolutiva, integrando a sombra que ainda vige em nossa personalidade, na luz mirífica que somos em essência, por nossa origem divina...
Em síntese, o nosso constante desafio é vencer o eu -que nos ensombrece-, através do aprendizado do amor -que nos eleva rumo à nossa origem divina-, ensejando-nos dimensão cósmica na percepção de nós mesmos e da vida!...
O culto ao ego nos escraviza aos sombrios recantos dos gozos efêmeros e ilusórios do mundo dos sentidos, conflitando-nos tanto na dimensão da interioridade quanto da relação...
Por não nos compreendermos e aceitarmos, seguimos na vida sem compreender o outro e, consequentemente, sem encontrar compreensão... O hedonismo exacerbado dos dias atuais tem sua gênese nesse egoísmo que ainda insistimos por cultuar!...
Quando a Doutrina Espírita nos convoca à Reforma Interior, está a nos conclamar ao despertar desse letárgico estado de sono espiritual com que ainda teimamos por nos inebriar, dedicando-nos irrefletidamente a caminhar pela larga porta das ilusões dos sentidos...
Idêntico e amoroso convite Jesus nos fez quando aqui esteve, quase dois mil anos passados, e continua a fazer hoje através do Consolador prometido, que a todo instante nos descerra os véus da espiritualidade e nos lembra da necessidade de tecermos o traje nupcial que nos possibilitará acesso ao banquete da vida maior!...
Importa, porém, entender que vivemos tempos de decisão... Nossa relutância em nos dedicarmos ao despertar certamente nos trará funestas consequências à caminhada evolutiva, implicando em recomeços em experiências onde a dor e o sofrimento consigam, afinal, tocar-nos as fibras da alma, despertando-nos da letargia interior...
Esses são, pois, dias em que o orar e vigiar propostos pelo evangelho tornam-se imperativos, a risco de desastres para a alma!!!
Ele faz parte da proposta pedagógica da vida, através da qual errar se coloca como direito de todos, associado ao dever de aprender com nossos enganos nas trilhas da vida...
O que a vida nos pede é que reflitamos sempre ante os embates e as encruzilhadas que nos apresenta e, à luz dos ensinamentos que a Boa Nova nos traz, procuremos luarizar nossas experiências na caminhada evolutiva, integrando a sombra que ainda vige em nossa personalidade, na luz mirífica que somos em essência, por nossa origem divina...
Em síntese, o nosso constante desafio é vencer o eu -que nos ensombrece-, através do aprendizado do amor -que nos eleva rumo à nossa origem divina-, ensejando-nos dimensão cósmica na percepção de nós mesmos e da vida!...
O culto ao ego nos escraviza aos sombrios recantos dos gozos efêmeros e ilusórios do mundo dos sentidos, conflitando-nos tanto na dimensão da interioridade quanto da relação...
Por não nos compreendermos e aceitarmos, seguimos na vida sem compreender o outro e, consequentemente, sem encontrar compreensão... O hedonismo exacerbado dos dias atuais tem sua gênese nesse egoísmo que ainda insistimos por cultuar!...
Quando a Doutrina Espírita nos convoca à Reforma Interior, está a nos conclamar ao despertar desse letárgico estado de sono espiritual com que ainda teimamos por nos inebriar, dedicando-nos irrefletidamente a caminhar pela larga porta das ilusões dos sentidos...
Idêntico e amoroso convite Jesus nos fez quando aqui esteve, quase dois mil anos passados, e continua a fazer hoje através do Consolador prometido, que a todo instante nos descerra os véus da espiritualidade e nos lembra da necessidade de tecermos o traje nupcial que nos possibilitará acesso ao banquete da vida maior!...
Importa, porém, entender que vivemos tempos de decisão... Nossa relutância em nos dedicarmos ao despertar certamente nos trará funestas consequências à caminhada evolutiva, implicando em recomeços em experiências onde a dor e o sofrimento consigam, afinal, tocar-nos as fibras da alma, despertando-nos da letargia interior...
Esses são, pois, dias em que o orar e vigiar propostos pelo evangelho tornam-se imperativos, a risco de desastres para a alma!!!
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